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Virginia Fonseca passa dos limites com laser intenso e acende alerta entre especialistas
Virginia Fonseca voltou ao centro das atenções nas redes sociais depois de mostrar como ficou o rosto após uma sessão de laser de alta intensidade. A influenciadora postou imagens com vermelhidão e sensibilidade na pele, e o registro chegou ao radar de especialistas em estética, que alertaram para os riscos desse tipo de procedimento.
O tratamento foi feito na noite de quarta (22), com o equipamento Fotona StarWalker, indicado para casos de marcas profundas de acne. Na manhã de quinta (23), Virginia apareceu em vídeo já se preparando para treinar, mesmo com a pele ainda reagindo ao laser.
Virginia Fonseca explica decisão pelo procedimento mais agressivo
Ao comentar o desconforto, Virginia (Fonseca) classificou a sessão como uma das mais resultativas que já fez. “Meu rosto como está hoje. Até que não tá tão ruim, pensei que ia estar pior. Pronta pra treinar”, disse. A empresária também relatou as sensações no pós-aplicação. “Quem vê assim acha que dói demais pra fazer, né? Mas já fiz laser que dói mais. A parte ruim é o pós, que arde e queima. Mas o resultado fica impecável. Vale a pena. Só não fiz mais vezes porque não tive tempo. É a segunda vez que faço”, relatou.
Segundo Virginia, a escolha pelo tratamento mais profundo veio após o surgimento de acne severa durante a gestação, ligada ao uso de hormônios no período. As marcas deixadas pelo quadro foram o motivo principal para apostar em uma técnica mais intensa, mesmo com o desconforto inicial.
Especialistas pedem cautela com tratamentos como o de Virginia Fonseca
A farmacêutica estética Kamilla Coelho destacou em suas redes que tecnologias como lasers ablativos exigem indicação criteriosa, avaliação individual e acompanhamento profissional do início ao fim do processo. “Procedimentos mais intensos podem trazer resultados expressivos, principalmente em casos de cicatrizes de acne, mas precisam ser conduzidos com critério técnico, respeitando o tipo de pele, histórico do paciente e momento de vida, como gestação ou alterações hormonais”, disse. Kamilla citou ainda alternativas menos invasivas, como bioestimuladores, microagulhamento e regeneradores celulares, como caminhos mais seguros em parte dos casos.