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Wesley Safadão quebra o silêncio sobre shows com verba pública e dispara: ‘Ninguém está cometendo um crime’

Wesley Safadao quebra o silencio sobre shows com verba publica

Wesley Safadão expressou novamente sua opinião a respeito das polêmicas envolvendo o pagamento de seus shows com verbas municipais. O músico obteve uma vitória judicial no Ceará contra Renan Santos, que foi obrigado a apagar publicações nas quais se referia ao cantor como o novo ícone da corrupção.

Durante uma conversa com o portal g1 nos bastidores de uma apresentação em Ribeirão Preto, o artista rebateu as acusações e assegurou a legalidade de suas contratações. Ele afirmou que se sente seguro diante da situação, destacando: “Eu sempre digo o seguinte: a gente está bem tranquilo em relação a isso. Às vezes, as pessoas estão até achando que é como se fosse praticamente um crime, mas ninguém está cometendo um crime. A gente está executando o nosso trabalho”.

Contratos legais e consciência tranquila

O artista destacou que seus contratos de trabalho são firmados de forma totalmente legal e por livre arbítrio de todos os envolvidos, ressaltando que ninguém é forçado a contratá-lo. Ele afirmou sentir-se em paz e com a consciência limpa, valorizando sua trajetória profissional e expressando gratidão pelo atual estágio de sua carreira.

Sobre o cachê de R$ 1,5 milhão para o São João de Caruaru 2026, Safadão defendeu o valor cobrado como um reflexo direto da realidade do mercado. Ele explicou que o aumento nos preços de um ano para o outro é natural e argumentou que um artista não deve ser considerado caro se o retorno que ele traz compensa o investimento. Demonstrando segurança, o cantor reforçou que está tranquilo em relação à valorização do seu trabalho, sem desmerecer outros profissionais do meio.

Há irregularidades nos contratos de shows pagos com dinheiro público?

A polêmica em torno do financiamento público para eventos culturais ganhou novos capítulos com as críticas de Renan Santos, que apontou supostas irregularidades na gestão de contratos do cantor. Segundo Santos, o artista estaria envolvido em um modelo de negócio que drena recursos vultosos de municípios nordestinos com orçamentos limitados, citando que, em um intervalo de dois anos, o faturamento com prefeituras teria ultrapassado a marca de 50 milhões de reais.

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