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Após ocorrido, Fernanda Montenegro faz grave denúncia e Antonio Fagundes também não se cala: ‘É mentiroso…’
Fernanda Montenegro e Antonio Fagundes denunciaram recentemente uma situação envolvendo o uso indevido de suas imagens na internet. Os dois atores foram associados, sem autorização, a anúncios de um suposto medicamento que faria promessas relacionadas ao tratamento do Alzheimer.
A propaganda utilizava recursos para fazer parecer que os artistas apoiavam ou até utilizavam o produto divulgado. Diante da situação, Fernanda e Fagundes decidiram alertar o público sobre o conteúdo enganoso e reforçaram que não possuem qualquer relação com a suposta medicação.
Fernanda Montenegro denuncia anúncio falso
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Fernanda Montenegro explicou que sua imagem e sua voz foram utilizadas indevidamente em uma publicidade. Segundo a atriz, o material ainda apresentava a participação atribuída a um médico e fazia promessas consideradas falsas sobre os efeitos do produto.
“Esse remédio, milagrosamente, não só alivia o desassossego físico dos idosos, como principalmente até cura os que têm Alzheimer. Esse falso anúncio é um ato criminoso”, declarou a artista, deixando claro que não endossa a propaganda.
Antonio Fagundes faz alerta aos seguidores
Antonio Fagundes também revelou ter passado por uma situação semelhante. O ator afirmou que uma empresa utilizou sua imagem para tentar comercializar medicamentos e classificou a prática de maneira contundente. “Uma empresa aí qualquer tem usado minha imagem para vender remédios. É falso, é mentiroso, é ofensivo, é criminoso”, afirmou. Fagundes ainda chamou atenção para o risco que esse tipo de publicidade pode representar, principalmente por envolver questões de saúde. “Essa atitude criminosa é mais grave ainda quando pode ameaçar a vida e a integridade de outras pessoas. Por favor, não se deixem enganar por falsas mensagens”, alertou. O Alzheimer, vale lembrar, ainda não possui cura, e os tratamentos disponíveis têm como objetivo controlar sintomas e, em alguns casos, retardar a progressão do declínio cognitivo.