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Após perder programa no SBT, vem à tona o papel que Virginia Fonseca exercia no palco
O encerramento do programa comandado por Virginia Fonseca no SBT abriu espaço para que detalhes sobre a dinâmica da atração viessem à tona. O que era visto apenas por quem acompanhava a transmissão agora é analisado sob outra perspectiva, levantando pontos que vão além da audiência ou dos números de audiência.
Segundo Letícia Perdigão, do portal Metrópoles, o ex-BBB Kleber Bambam foi quem fez as observações mais diretas. Para ele, a experiência acumulada nas redes sociais não garante que uma pessoa consiga assumir o ritmo, a estrutura e a responsabilidade de conduzir um programa de televisão do começo ao fim.
Como dona da atração, Virginia Fonseca ficava de fã
Bambam foi direto ao explicar o que teria observado: “Não sabe nem se posicionar em uma câmera. Só convidava artista top para dar ibope e ficava de fã”. Na visão dele, a pessoa que está no comando deveria conduzir a conversa, não se colocar na mesma posição de quem está assistindo em casa.
Ele também avaliou que o fato de convidar nomes famosos não resolve sozinho a dinâmica de um programa. Se a apresentadora não consegue se posicionar à frente da atração, os convidados acabam sendo o único ponto de atenção — e isso, segundo ele, não sustenta um programa por muito tempo.

A linha entre apresentar e admirar
O ex-BBB ainda relembrou um encontro durante uma gravação que, para ele, ilustra essa situação. Segundo ele, Virginia teria pedido uma foto — um gesto comum entre fãs, mas que, vindo da própria apresentadora, levanta uma questão sobre quem realmente conduz o espaço.
A discussão leva a uma pergunta que pode servir para outros casos também: será que a preparação necessária para comandar um programa de TV vai além do número de seguidores ou da popularidade nas redes? E como a postura diante dos convidados influencia o resultado final da atração?