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Baixista da banda L7 morre aos 59 anos; ela foi diagnosticada com câncer cerebral agressivo
A banda L7 voltou ao centro das atenções no último sábado, 18 de julho, após a confirmação da morte da baixista Jennifer Finch, aos 59 anos. De acordo com o portal Metrópoles, a artista havia informado apenas cinco dias antes que enfrentava um câncer cerebral agressivo e realizava tratamento para combater a doença.
Reconhecida como uma das principais integrantes da formação clássica do L7, Jennifer Finch ajudou a consolidar o grupo como um dos nomes mais influentes do rock alternativo e do movimento grunge nos anos 1990. A notícia da morte foi divulgada por meio do perfil oficial da artista nas redes sociais e repercutiu entre fãs e músicos.
Ainda segundo o portal Metrópoles, a confirmação do falecimento foi acompanhada por uma mensagem de despedida publicada pela banda. Os integrantes destacaram a importância da baixista para a história do grupo e lembraram sua trajetória artística, além de ressaltarem a longa batalha travada contra o câncer cerebral.
Jennifer Finch marcou a história do L7
Criado em 1985, em Los Angeles, o L7 foi fundado por Donita Sparks e Suzi Gardner, recebendo posteriormente Jennifer Finch e Demetra Plakas na formação. A banda conquistou reconhecimento internacional ao longo da década de 1990 e tornou-se uma referência do rock alternativo com apresentações marcantes e álbuns de grande repercussão.
Entre os trabalhos de maior destaque está o disco Bricks Are Heavy, lançado em 1992 e considerado um dos projetos mais importantes da carreira do grupo. Após um período afastada, Jennifer Finch retornou ao L7 em 2014, participando da reunião da formação clássica e retomando as atividades ao lado das demais integrantes.
Diagnóstico foi revelado poucos dias antes
Na última segunda-feira, 13 de julho, Jennifer Finch informou aos fãs que havia recebido o diagnóstico de um câncer cerebral agressivo. A musicista criou uma campanha de arrecadação on-line para ajudar a custear o tratamento e explicou que já havia passado por diversas cirurgias e enfrentado complicações graves.
O relato divulgado pela artista também informava que ela necessitava de reabilitação intensiva, acompanhamento médico constante e suporte profissional em casa. Hoje, fãs e amigos prestam as últimas homenagens à baixista.