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“Chorando em casa”: Lucas Penteado provoca Dynho e avalia trabalho de Karol Conká
Lucas Penteado não fugiu de nenhuma polêmica durante um bate-papo exclusivo com a repórter Fernanda Siccherolli, do portal LeoDias. Focado em seu próximo desafio nos ringues contra Dynho Alves, o ator e ex-“BBB” esbanjou confiança, alfinetou o adversário sem dó e ainda aproveitou o espaço para fazer uma reflexão contundente sobre o cenário atual do “Big Brother Brasil”, incluindo a contratação de Karol Conká como repórter da atração, após a polêmica convivência dos dois na sua edição do programa.
O ator garantiu que vai “enfiar a porrada” no oponente e ironizou o recente sumiço do rival das redes sociais, sugerindo que o dançarino deve estar “chorando em casa”. Autointitulando-se como o “magrinho” do embate, Penteado debochou do porte físico do rival, comparando-o ao boneco da Michelin e insinuando que músculos não ganham luta.
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“Ele tá botando umas bombas, mas não vai adiantar, tem que ser no boxe”, disparou. Diferente de suas preparações anteriores, onde chegava a treinar no hall de um hotel, o ator destacou que agora conta com a superestrutura de uma academia, ironizando que até emprestaria o departamento médico de luxo para Dynho usar após apanhar dele.
Lucas Penteado abre o jogo ao fazer análise sobre o “BBB”
Mudando a chave para o reality show, o artista mostrou muita maturidade ao comentar sobre Babu e, principalmente, sobre a nova função de Karol Conká, seu maior desafeto na edição de 2021. Lucas defendeu que todos merecem uma segunda chance e que pessoas pretas não devem ser criminalizadas.
Por outro lado, ele direcionou uma crítica afiada ao público e às emissoras por incentivarem e premiarem comportamentos agressivos em busca de audiência. “É muito difícil você perceber que pessoas que sofreram no reality não têm oportunidade, mas pessoas que machucaram outras tiveram. Será que não é a gente que tá incentivando as emissoras a fazerem isso?”, questionou.
Relembrando o seu próprio pós-‘BBB’, o artista revelou que as portas não se abriram magicamente e que precisou suar muito para reconstruir seu nome e ganhar prêmios internacionais, ressaltando que o mercado é muito diferente e cruel para profissionais pretos.
Para encerrar a entrevista com chave de ouro, ele deixou um recado contra a romantização da maldade na internet e na TV: “Não existe mais o ‘Meu malvado favorito’. Deixe o Gru ser o meu malvado favorito [filme]. A gente tem que lutar pela humanização das pessoas”.
