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Cozinheira expõe ex-genro de Ana Maria Braga e detalha investidas: ‘Você fica esperta comigo’
O caso que envolve Badarik González, ex-genro de Ana Maria Braga, teve novos desdobramentos depois que uma das mulheres que o denunciaram resolveu se pronunciar publicamente. Em participação no programa A Tarde é Sua, da RedeTV!, veiculado quinta-feira (30), a cozinheira Fernanda Quiné relatou sua versão a respeito do que aconteceu em um festival rave na cidade mineira de Poema.
De acordo com o seu relato, os dois se aproximaram no começo do evento, enquanto exerciam atividades profissionais na mesma área. A trabalhadora mencionou que, inicialmente, ele parecia ser uma pessoa educada, voltada à espiritualidade e com facilidade para convencer os outros, contudo, sua percepção se alterou ao notar a insistência dele em manter uma aproximação inadequada com uma colega de trabalho.
Fernanda explicou que o cenário piorou no decorrer dos dias seguintes. Conforme o seu relato, Badarik González cometeu assédio físico sem permissão, tentou beijar a funcionária e justificou a atitude dizendo que ela seria a reencarnação de sua ex-esposa. A cozinheira afirmou que tentou intervir para que ele se mantivesse distante da colega, mas acabou enfrentando uma resposta agressiva por parte dele.
“Olha, os pratos estão vindo um pouco gordurosos…”. Logo depois, segundo ela: “Ele me deu uma chave no meu ombro, me trouxe pra perto dele e falou: ‘Você fica esperta comigo’”. A denunciante também afirmou que se sentiu ameaçada porque o investigado costumava portar uma faca. “Só pelo simples fato de ele estar enfurecido comigo e andar com uma faca, sim, eu me senti ameaçada. Falei: ‘Pode acontecer qualquer coisa aqui nesse lugar’”, declarou.
Denúncias sobre outros episódios
A cozinheira Fernanda Quiné revelou no decorrer da entrevista ter ciência de mais um incidente que teria acontecido no festival. Conforme o depoimento dela, Badarik González teria abordado um casal nas proximidades de uma cachoeira, constrangendo ambos a ficarem nus e a praticarem atos sexuais sob sua observação. Na ocasião, ela aproveitou para apelar ao casal que busque a delegacia e relate oficialmente o ocorrido às autoridades policiais.
A cozinheira também encorajou outras pessoas que relatam ter passado por experiências parecidas a buscarem as autoridades policiais para registrar denúncias formais. Ela ressaltou a relevância de que novos depoimentos sejam documentados para auxiliar nas apurações que estão sendo realizadas e enfatizou que as vítimas precisam romper o silêncio diante de episódios dessa natureza.
Apelo por mais proteção às vítimas
Ao abordar os obstáculos enfrentados por quem escolhe relatar esse tipo de caso, Fernanda Quiné fez críticas à forma como as vítimas são atendidas e enfatizou a necessidade de aprimorar as estruturas de apoio e salvaguarda. A cozinheira pontuou que os indivíduos que buscam auxílio ainda esbarram em deficiências estruturais no atendimento, demandando maior amparo e proteção ao longo de todo o percurso da denúncia.