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Esposa de Lito Sousa reage a polêmica sobre medicamento experimental e explica acesso ao tratamento
Mila Seidl, esposa de Lito Sousa, voltou a se manifestar sobre a autorização para importar o ALN-6457, medicamento experimental que será utilizado no tratamento da doença de Creutzfeldt-Jakob. A empresária decidiu esclarecer os questionamentos que surgiram nas redes sociais sobre um possível tratamento privilegiado destinado ao marido.
Segundo Mila, não houve qualquer favorecimento no processo para obter a substância. Ela explicou que o procedimento seguido pela família está previsto nas normas relacionadas ao uso compassivo de medicamentos, mecanismo que permite o acesso excepcional a determinados tratamentos em situações específicas.
Família explica como conseguiu acesso ao medicamento
A empresária afirmou ainda que os contatos com a indústria farmacêutica foram conduzidos pela própria família, em conjunto com os médicos responsáveis pelo acompanhamento de Lito. Para Mila, o procedimento não representa uma vantagem exclusiva, mas uma possibilidade prevista para pessoas que enfrentam circunstâncias semelhantes.
Ao responder às críticas, Mila ressaltou que o problema está principalmente na falta de informações acessíveis sobre esse tipo de procedimento. Ela defendeu que outras famílias em situações parecidas também podem ter esse direito e classificou o acesso obtido como algo previsto pelas regras, e não como uma regalia.
Caso reacende debate sobre acesso a tratamentos experimentais
A manifestação da esposa de Lito Sousa ocorre justamente diante das dúvidas sobre como medicamentos experimentais podem chegar a pacientes em condições delicadas. Ao explicar o caminho percorrido pela família, Mila buscou afastar a ideia de privilégio e destacou que a autorização para o ALN-6457 ocorreu dentro de um procedimento que, segundo ela, pode ser utilizado por outras pessoas em situações semelhantes.