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Essa foi a grave falha que o helicóptero que matou Rick teve há poucos meses

Essa foi a grave falha que o helicoptero que matou

O helicóptero Bell 430, de prefixo PP-MGR, envolvido no acidente que resultou na morte do cantor sertanejo Rick, da dupla com Renner, e de outras quatro pessoas na Serra Catarinense, já havia registrado um episódio atípico de pouso de emergência seis meses antes do sinistro. A ocorrência anterior foi registrada na comunidade de Rio Telha, localizada no município de Ibiaçá, no interior do Rio Grande do Sul, em 31 de março de 2026, quando a aeronave precisou realizar a aterrissagem em uma área de lavoura devido a supostas falhas técnicas.

Na ocasião do pouso em solo gaúcho, registros em vídeo efetuados por moradores locais demonstraram o momento em que a aeronave tentava retomar o voo. O episódio não resultou em pessoas feridas, porém relatos recolhidos na época indicaram instabilidade na operação do helicóptero.

Relato da fonte

Segundo uma fonte ouvida pelo jornalista Leo Dias, o veículo apresentou um comportamento anormal antes de prosseguir viagem, sendo relatado que a aeronave “perdia força, levantava e descia“. O relato descreve as oscilações mecânicas observadas antes de a aeronave permanecer retida no local para avaliação e posterior liberação.

Apesar do histórico de pouso não programado no Rio Grande do Sul, os dados oficiais mantidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) indicavam que a situação do helicóptero permanecia regular. A aeronave modelo Bell 430 contava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) válido até agosto de 2027.

Tempo severo

Durante o trajeto programado, a região da Serra Catarinense enfrentava condições meteorológicas severas decorrentes do avanço de uma frente fria. A Defesa Civil local havia emitido alertas para temporais, rajadas de vendaval, queda de granizo e chuva intensa.

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