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Ex-genro de Ana Maria Braga foi preso e precisou da ajuda do consulado para sair; entenda
Casal se separou há dois meses e caso gerou grande repercussão nas redes sociais
Desentendimentos entre marido e mulher costumam fazer parte da vida a dois, mas, em algumas situações, os conflitos podem ganhar proporções inesperadas e acabar envolvendo a Justiça, a família e, principalmente, os filhos.
Quando isso acontece, o impacto vai muito além da separação e transforma completamente a rotina de todos os envolvidos, como mostra o caso que envolve a filha de Ana Maria Braga e seu ex-marido.
O professor de ioga Badarik Gonzalez, ex-genro da apresentadora Ana Maria Braga, está impedido por decisão judicial de se aproximar dos dois filhos que tem com a empresária Mariana Maffeis.
A restrição foi determinada após um pedido de medida protetiva apresentado por Mariana e permanece em vigor há cerca de dois meses, período em que o colombiano afirma enfrentar dificuldades para esclarecer as acusações.
Em uma transmissão ao vivo nas redes sociais, Badarik comentou que chegou a ser preso durante o andamento do caso, mas acabou liberado posteriormente. Segundo ele, a soltura ocorreu com o apoio do consulado da Colômbia, e não mediante pagamento de fiança.
O professor também ressaltou que não possui antecedentes criminais e afirmou que ainda tenta compreender integralmente o conteúdo do processo, que, de acordo com ele, possui dezenas de páginas.
Durante o desabafo, Badarik declarou que considera as acusações injustas e disse acreditar que as investigações não avançaram porque, em sua visão, os relatos apresentados não correspondem aos fatos. Ele também contestou rumores que, segundo afirma, teriam chegado ao conhecimento da ex-esposa, incluindo alegações de comportamento violento envolvendo outras pessoas.
Ao anunciar o fim do casamento em um vídeo publicado na internet, Mariana Maffeis revelou que a separação foi motivada por diversos fatores. Além da dificuldade de diálogo no relacionamento, ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos sobre situações ocorridas fora de casa, embora não tenha detalhado os episódios.
Outro ponto que marcou o pronunciamento de Badarik foi a distância dos filhos. O professor lamentou não poder manter contato próximo com as crianças e explicou que a determinação judicial estabelece um limite mínimo de aproximação, sob pena de nova prisão.