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Foi por esse motivo que a Justiça negou novo pedido de liberdade de Deolane Bezerra

Foi por esse motivo que a Justica negou novo pedido

A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra permanece detida na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, interior de São Paulo, desde 21 de maio. A Justiça paulista negou mais um pedido de soltura, mantendo a prisão preventiva da ré, que é investigada no âmbito da Operação Vérnix. As acusações contra ela envolvem suspeitas de lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa, conforme apurado pelas autoridades.

Esta reavaliação da situação carcerária de Deolane é um procedimento exigido por lei, que determina a revisão periódica de prisões preventivas. Contudo, a 3ª Vara de Presidente Prudente concluiu pela necessidade de manutenção da custódia. Entre os argumentos apresentados, destacam-se o risco de continuidade das atividades financeiras ilícitas que teriam sido perpetradas e a imprescindibilidade de preservar o curso da investigação em andamento.

Motivos da decisão judicial contra Deolane Bezerra

O Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), reforçou a argumentação pela permanência da prisão. Segundo as investigações, Deolane Bezerra seria uma figura central no esquema financeiro de um grupo supostamente vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), atuando na movimentação e ocultação de recursos.

Desde sua detenção, a equipe jurídica da influenciadora já protocolou ao menos cinco solicitações para sua libertação, seja por revogação da prisão ou por substituição por medidas cautelares, incluindo a prisão domiciliar. Todas essas tentativas, no entanto, foram infrutíferas até o momento, com a mais recente decisão judicial reiterando a necessidade de sua permanência na prisão.

Posição da defesa e próximos passos

A defesa de Deolane Bezerra emitiu um comunicado classificando a manutenção da prisão como desnecessária, ilegal e desproporcional. Os advogados reiteram a inocência de sua cliente, negam qualquer associação com organizações criminosas e afirmam que as transações financeiras questionadas são oriundas de legítimas atividades empresariais e honorários advocatícios. A equipe jurídica assegurou que continuará buscando todos os recursos cabíveis para que a liberdade de Deolane seja restabelecida enquanto o processo judicial segue seu curso.

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