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Lembra dela? Suposta carta psicografada de Cláudia Jimenez volta a repercutir: ‘Neguei a morte’
O retorno de uma suposta carta psicografada, atribuída à atriz Cláudia Jimenez, tem gerado nova repercussão entre fãs e admiradores da artista. A mensagem, que foi veiculada pelo canal do YouTube Conexão Espiritual, relata uma suposta vivência pós-morte, passando por estágios que incluem o apego à vida, a negação, a aceitação e o encontro com a paz.
Além disso, o texto traz reflexões sobre o processo de luto e a necessidade de se permitir que os falecidos sigam sua jornada. Cláudia Jimenez faleceu em agosto de 2022, aos 63 anos, no Rio de Janeiro, vítima de uma insuficiência cardíaca.
Mensagem volta a repercutir amplamente
A condição de saúde da atriz foi agravada por sequelas de tratamentos de radioterapia, realizada anos antes para combater um câncer na região torácica. Agora, quase quatro anos após o falecimento da artista, o conteúdo desta suposta mensagem volta a atrair a atenção daqueles que se interessam por questões espirituais e pela temática da vida após a morte.
De acordo com o relato, o ponto de partida da mensagem aponta para a dificuldade inicial da atriz em processar sua própria passagem para o plano espiritual. A narrativa descreve que ela teria resistido a aceitar o encerramento de sua existência na Terra, motivada, sobretudo, pelo receio de se desvencilhar de todas as conquistas e laços que formou durante sua trajetória. “Eu sou Cláudia e preciso começar pela verdade que mais doeu. Eu neguei a morte. Neguei com força. Neguei com medo. Neguei porque não queria soltar a vida”, diz um trecho da carta.
Carta relata desorientação após morte
Ainda de acordo com a carta, os instantes iniciais foram caracterizados por um profundo estado de desorientação e perplexidade, no qual ela se sentia consciente, porém inserida em um cenário estranho e distinto de tudo o que era familiar. A psicografia narra que, nesse intervalo, a atriz mantinha a convicção de que conseguiria reaver sua rotina, rever seus entes queridos e retomar a vida que havia deixado para trás. Conforme o texto, essa persistência em resistir à nova realidade foi justamente o que bloqueou a conquista de sua serenidade espiritual. “No começo, eu só sentia estranheza. Um silêncio diferente. Um espaço sem peso. Uma sensação de deslocamento”, continua o texto.