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“Mais destruição nas próximas horas’, vice-governador do RS faz alerta grave

Mais destruicao nas proximas horas vice governador do RS faz alerta

Sobe para 147 o número de mortos vítimas da maior tragédia climática do estado gaúcho.

Em uma entrevista à Globonews, o vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza (MDB), expressou preocupação com a possibilidade de ocorrerem novos desastres no estado nas próximas horas, destacando a necessidade de se preparar para potenciais novas áreas afetadas pela destruição.

Na região sul do país, o alerta máximo foi emitido devido às previsões de inundações severas no Vale do Taquari, entre outros locais. Além disso, há projeções de que o nível do lago Guaíba possa atingir 5,5 metros nas próximas 48 horas, ultrapassando o pico anterior de 5,3 metros registrado no dia 5 deste mês.

No domingo passado, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres (Cemaden) emitiu um alerta indicando um elevado risco hidrológico e geológico no estado do Rio Grande do Sul.

Esses avisos estão relacionados às potenciais consequências das intensas chuvas, abrangendo tanto os aspectos hidrológicos, como inundações e alagamentos, quanto os geológicos, como deslizamentos de terra e desabamentos.

Para atender a essas necessidades, Souza destacou dois aspectos cruciais: a liberação de recursos por parte do governo federal e a flexibilização nos termos de pagamento da dívida estadual com a União.

No que diz respeito ao primeiro ponto, o governo anunciou na última quinta-feira medidas como a antecipação dos pagamentos do Bolsa Família, do auxílio gás e da restituição do imposto de renda para os residentes do estado.

Quanto ao segundo aspecto, o governador Eduardo Leite (PSDB) planeja uma reunião virtual com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutir essa questão. A dívida do Rio Grande do Sul com a União está avaliada em aproximadamente R$ 90 bilhões.

Para assistir ao vídeo CLIQUE AQUI!

De acordo com informações divulgadas pela colunista Ana Flor, dados fornecidos pela Secretaria da Fazenda do Estado indicam que, ao deixar de pagar as parcelas da dívida por um período de dois anos, o estado teria aproximadamente R$ 8 bilhões disponíveis para investir na reconstrução.

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