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Marcelo Serrado se manifesta sobre a morte de querido ator: ‘Eu estava gravando com ele e…’

Marcelo Serrado se manifesta sobre a morte de querido ator

Marcelo Serrado se manifestou sobre uma das perdas mais marcantes de sua trajetória ao recordar a morte de Domingos Montagner. Os dois estavam no elenco de Velho Chico, em 2016, quando o ator morreu após desaparecer nas águas do Rio São Francisco durante um mergulho.

A lembrança surgiu durante uma entrevista ao jornal O Globo, na qual Serrado falou sobre os lutos que transformaram sua vida. O ator relembrou a proximidade que tinha com Domingos e a mudança repentina de um momento descontraído para uma situação de desespero durante as buscas pelo colega.

Marcelo Serrado relembra últimos momentos com Domingos

Serrado contou que havia gravado com Domingos e, no dia anterior à tragédia, os dois chegaram a tomar uma cerveja juntos. No dia seguinte, porém, ele se viu envolvido nas buscas pelo colega. “Eu estava gravando com ele e, no dia anterior, tomando uma cerveja com ele. Depois estava numa lancha, procurando o cara”, relatou.

Domingos tinha 54 anos quando morreu, em 15 de setembro de 2016. Depois das gravações de Velho Chico, ele almoçou e entrou no rio acompanhado de Camila Pitanga. Ao perceber a força da correnteza, a atriz alertou o colega e tentou ajudá-lo a retornar para uma área segura. Camila conseguiu alcançar uma pedra, mas Domingos acabou sendo levado pela água.

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Ator também falou sobre outros lutos

As buscas começaram logo após o desaparecimento. Horas depois, o corpo de Domingos foi localizado a 18 metros de profundidade e a cerca de 320 metros da margem, nas proximidades da Usina de Xingó, na divisa entre Sergipe e Alagoas. O ator deixou a esposa, Luciana Lima, e três filhos. Durante a entrevista, Serrado também falou sobre outras perdas que o marcaram, incluindo a amiga Daniella Perez e sua mãe, que morreu em 2023. Sobre a mãe, ele explicou que acompanhou seu sofrimento durante o período em que enfrentou Alzheimer e descreveu a experiência como um luto vivido antes mesmo da morte. “Quando vi minha mãe morta, o tempo parou para mim. Todo dia eu a vejo, e sinto presente em mim (…) Sou filho caçula, fui o protegido dela. Não sei lidar com isso, tem quem lide melhor, mas para mim é uma dor que não passa”, afirmou.

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