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Menina emociona repórter da Globo ao relembrar mãe falecida durante entrevista ao vivo: ‘Quero muito ter uma’
Durante a edição desta quinta-feira (16) do telejornal NE1, da TV Globo em Pernambuco, a repórter Bianka Carvalho realizou uma transmissão ao vivo direto da 330ª Festa de Nossa Senhora do Carmo, evento dedicado à padroeira da cidade do Recife. Em determinado momento, a jornalista entrevistou uma menina identificada como Antonela, indagando-a sobre sua devoção e seus pedidos à santa.
Muito emocionada, a menina expressou o desejo de que todos estejam protegidos, revelando que tem sofrido bastante com o falecimento da mãe. Ao ouvir o relato, Bianka perguntou quando a perda havia ocorrido e qual era a idade da criança, que explicou ter perdido a mãe em maio e completado oito anos recentemente, lamentando não poder celebrar a data ao lado dela por estar no céu.
Menina recebe apoio após perda
Quando questionada sobre quem tem cuidado dela agora, Antonela contou que conta com o apoio de seus familiares, mas enfatizou que ainda sente muita falta da mãe. Sensibilizada, a repórter validou o sentimento da menina, reforçando que é natural sentir saudade de uma figura tão importante.
o tanto que eu tô chorando com essa mini querida falando da mãezinha dela que faleceu e sendo acolhida pela repórter ao vivo não tá escrito pic.twitter.com/zsIH4xXxdR
— Matheus (@matheuscaseca)
Dando continuidade à conversa, a menina compartilhou seu desejo de encontrar uma figura materna, ressaltando o papel da tia nesse processo: “Eu quero muito ter uma mamãe. Não pode substituir, mas a irmã da minha mãe é minha mãe”.
Antonela sente presença da mãe
A jornalista prontamente acolheu a emoção da menina, reforçando a importância da figura materna. Em seguida, Antonela compartilhou uma perspectiva serena sobre a perda, explicando que sente a presença constante da mãe em sua vida, independentemente de onde esteja. A criança demonstrou acreditar que, embora não possa vê-la, é acompanhada e protegida por ela em todos os momentos, seja na escola ou em qualquer outro lugar, sentindo-se amparada por essa conexão espiritual.