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Notícia sobre Lito Sousa repercute e Suzanna, filha de Kelly Key, reage: ‘no final das contas…’
A influenciadora Suzanna Freitas manifestou apoio ao piloto e criador de conteúdo Lito Sousa, de 59 anos, após o diagnóstico da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Nas redes sociais, a filha de Kelly Key publicou uma foto ao lado do especialista e destacou a importância do canal Aviões e Músicas em sua trajetória para perder o medo de viajar de avião.
O registro foi feito em um shopping, onde Suzanna contou ter reencontrado Lito. Na publicação, a influenciadora ressaltou que os conteúdos produzidos pelo piloto contribuíram para que deixasse de ter receio de voar. Na legenda, escreveu: “Estamos com você! Turbulência não derruba avião”.
Influenciadora relembra ajuda do piloto
Ao detalhar o encontro, Suzanna afirmou que acompanhou o trabalho de Lito por bastante tempo e atribuiu ao canal a mudança na relação com as viagens aéreas. “E no final das contas, de tanto que rodamos nesse shopping acabei encontrando o maioral Lito. O responsável por eu não ter mais medo de voar. Assisti tanto o canal dele e hoje tenho 0 medo de avião! Se você tem medo, só digo uma coisa: assista Aviões e Músicas!“, declarou.

A Doença de Creutzfeldt-Jakob é uma enfermidade neurodegenerativa rara, progressiva e sem cura, provocada por príons. A condição pode causar deterioração acelerada das funções psicomotoras, perda de memória, tremores e alterações na visão. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 85% dos casos confirmados correspondem à forma esporádica, sem causa infecciosa ou hereditária conhecida.
Família busca alternativas de tratamento
A esposa de Lito, Mila Seidl, relatou que o piloto apresentou perdas motoras e visuais aceleradas nas últimas semanas. A família montou uma estrutura de atendimento 24 horas na residência e tenta viabilizar a participação do comunicador em um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Lito também apareceu em um vídeo para pedir acesso a tratamentos experimentais em instituições norte-americanas. Segundo o Ministério da Saúde, aproximadamente 90% dos pacientes diagnosticados evoluem para óbito em até um ano.