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O que aconteceu? Filho de Virginia Fonseca volta machucado da escola e influenciadora expõe o ferimento
A influenciadora digital Virginia Fonseca utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira para compartilhar detalhes sobre a rotina escolar de seus filhos. A empresária revelou aos seguidores que o filho caçula, José Leonardo, de um ano, retornou da instituição de ensino com uma marca no rosto. O menino é fruto do relacionamento com o cantor Zé Felipe e estuda em uma unidade particular localizada em Goiânia, Goiás.
Por meio do Instagram, a mãe publicou uma fotografia exibindo o ferimento na testa do menino, explicando a origem da lesão para o público que acompanha a família na internet. Na legenda da imagem que mostrava o rosto do bebê, ela detalhou o ocorrido de forma direta. “Levou uma mordida na escola hoje”, escreveu a influenciadora, registrando o momento em que o menino já estava em casa após o término do período letivo.
Adaptação escolar do filho de Virginia Fonseca e Zé Felipe
Além de mostrar o incidente, as postagens recentes documentaram o processo de adaptação das crianças à rotina de estudos. Em um dos registros compartilhados, o menino foi fotografado dormindo no banco traseiro do veículo da família, ainda vestindo o uniforme da instituição. Ele frequenta o mesmo ambiente educacional que suas duas irmãs mais velhas, Maria Alice e Maria Flor, que também iniciaram as atividades presenciais.

A frequência escolar das crianças da família foi pauta no início do mês de abril. O Conselho Tutelar de Goiânia emitiu uma notificação direcionada à escola onde a filha primogênita, Maria Alice, está matriculada. O órgão solicitou à direção da unidade educacional o envio de um relatório detalhado contendo o registro de presenças e as respectivas justificativas para as ausências da aluna durante o calendário letivo.
Faltas escolares e viagens internacionais da família de Virginia
A intervenção das autoridades ocorreu após o volume de viagens internacionais realizadas pela família ao longo dos últimos meses. O deslocamento frequente para outros países durante o período de aulas motivou a ação do órgão de proteção aos direitos da criança. A instituição de ensino precisou apresentar a documentação exigida para comprovar a regularidade da situação escolar da menor perante a legislação educacional vigente.