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Presente inusitado de Cíntia Chagas ganha lugar de destaque na decoração: ‘vou morrer’
Um presente inusitado passou a integrar a decoração da casa de Cíntia Chagas. A influenciadora recebeu uma urna de cremação feita de bronze, trazida da Índia e avaliada em cerca de R$ 4 mil. A peça foi entregue após uma palestra realizada para profissionais dos setores de crematórios, funerárias e cemitérios. Em vez de mantê-la guardada, Cíntia optou por expor o objeto no imóvel e mostrou a decisão aos seguidores.
A urna ganhou espaço durante uma organização da decoração. Com o auxílio de uma funcionária, a palestrante escolheu uma prateleira para colocar a peça. A escolha chamou atenção pela forma leve com que Cíntia lidou com um objeto tradicionalmente relacionado ao luto e à despedida. A influenciadora explicou que a presença da urna também passou a representar uma reflexão sobre a passagem do tempo e a brevidade da vida.
Cíntia explica significado da urna na decoração
Apesar de manter o objeto exposto, Cíntia Chagas afirmou que não pretende utilizá-lo futuramente. A ideia é que a urna funcione como um lembrete cotidiano sobre a necessidade de aproveitar o tempo disponível. Ao comentar a escolha, declarou: “Vou olhar para a urna que ganhei e vou pensar: ‘Vou morrer. Logo, beberei vinho’”. A fala reforça o tom bem-humorado adotado pela influenciadora ao tratar do tema.
A mensagem também foi associada por Cíntia a uma expressão conhecida em latim. Segundo a palestrante, a frase ajuda a representar o significado que atribuiu à peça dentro de casa. “Existe um ditado em latim que significa: ‘Lembre-se, homem, que do pó veio e ao pó retornarás’”, declarou. Dessa forma, a urna passou a ocupar um espaço na decoração com uma função simbólica para a influenciadora.
Urna virou lembrete sobre a passagem da vida
A escolha de deixar a peça à vista relaciona o objeto a uma reflexão pessoal de Cíntia sobre a finitude. Mesmo associado a um momento de despedida, o item ganhou outra finalidade dentro da residência. A influenciadora decidiu utilizar a presença da urna como uma forma de lembrar, no cotidiano, que o tempo é limitado e deve ser aproveitado.