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Testemunha de crime contra animal cobra indenização de mais de R$ 760 mil de Ana Castela
Uma disputa judicial milionária envolvendo a cantora Ana Castela teve início após um processo movido por Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira, que cobra uma indenização superior a R$ 760 mil. A controvérsia começou quando um episódio de maus-tratos a um cavalo, caracterizado por graves ferimentos nas patas e ocorrido no município paulista de Bananal, gerou ampla comoção nas redes sociais.
Sensibilizada com a situação, a artista utilizou suas plataformas digitais para repudiar o ato de crueldade. Em contrapartida, o autor da ação sustenta que a sertaneja o apontou de maneira indevida como criminoso e cúmplice do crime, o que resultou na exposição de sua imagem e provocou uma série de ataques contra sua integridade.
Dalton nega envolvimento em maus-tratos
Conforme documentos da petição divulgados pela colunista Fábia Oliveira no portal Metrópoles, Dalton argumenta que jamais participou, apoiou ou incentivou qualquer forma de crueldade contra o animal.
Ele destaca que, na esfera criminal conduzida pela Justiça de São Paulo, o único responsabilizado e condenado foi Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, esclarecendo que sua própria atuação no episódio ocorreu unicamente na qualidade de testemunha.
Declarações geraram ataques e prejuízos
Segundo os argumentos apresentados, o pronunciamento público da artista gerou uma onda severa de ataques virtuais que prejudicaram profundamente sua rotina pessoal e sua estabilidade profissional, resultando na perda de dois empregos devido à repercussão negativa. Além disso, o autor da ação aponta que os insultos e a hostilidade sofridos lhe causaram impactos emocionais severos.