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Virginia Fonseca é vítima de criminosos e polícia prende 13 pessoas
Uma ação policial deflagrada na quarta-feira, 2 de setembro, pela Polícia Civil, resultou na detenção de 13 indivíduos envolvidos na manutenção de uma fábrica clandestina dedicada à falsificação de produtos da marca WePink, que tem a influenciadora digital Virginia Fonseca como uma das sócias. A operação ocorreu em Itaquaquecetuba, na região metropolitana de São Paulo, e as autoridades ainda estão à procura do proprietário do estabelecimento.
A fábrica operava em um endereço na Rua Porto, localizada no bairro Chácara Cuiabá. Investigações revelaram que cosméticos da linha da influenciadora eram replicados ilegalmente e comercializados tanto em plataformas de redes sociais quanto na Feira da Madrugada, no Brás, um conhecido centro de comércio popular na capital paulista. A justiça havia emitido mandados de busca e apreensão direcionados aos investigados, fundamentando a intervenção policial.
Detalhes da operação que prendeu suspeitos de falsificar marca da Virginia
Durante o cumprimento dos mandados, os 13 indivíduos foram detidos em flagrante delito. No local, as forças de segurança confiscaram uma vasta gama de itens, incluindo equipamentos de produção, maquinário industrial, insumos diversos, embalagens idênticas, rótulos, etiquetas e recipientes que replicavam fielmente os utilizados nos produtos originais da WePink.
Os nomes dos presos são: Daniele dos Santos Stopa, Rodrigo Porfirio Camargo, Kimberli Marcela Carvalho Dias, Filipe Ferreira de Carvalho, Jesse Lass Santos, Nicole Nunes Caldas, Anna Karolina Pereira Porto, Leticia Ferreira da Silva, Levi Vitor da Silva Pereira, Vinicius Henrique Caetano Garrido, Henrique Camargo Vilaça, Jessica Silva de Souza e Vinicius da Silva Prado.
Polícia vai continuar as investigações
Conforme informações da polícia, alguns dos detidos já haviam sido previamente presos em junho do mesmo ano, em uma distinta fábrica clandestina que também produzia itens falsificados da WePink. Naquela ocasião, os suspeitos foram liberados para responder ao processo em liberdade. Agora, diante da reincidência por parte de alguns dos indivíduos, a polícia pretende solicitar a conversão das prisões em flagrante para prisões preventivas. Um dos argumentos centrais para essa solicitação é o risco iminente de que as atividades ilegais prossigam caso os acusados sejam soltos. O caso foi encaminhado para a Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (1° Cerco), vinculada à Delegacia Seccional do centro da capital paulista.