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Antes de acidente com Rick, detalhe sobre helicóptero vem à tona e vídeo chama a atenção
O helicóptero que caiu na Serra de Santa Catarina e provocou a morte do cantor Rick Sollo, da dupla com Renner, do empresário Bruno Avelar e de outras três pessoas teria enfrentado problemas durante um voo realizado meses antes da tragédia.
A aeronave teria precisado fazer um pouso de emergência no Rio Grande do Sul, em um episódio ocorrido no fim de março ainda deste ano. O caso acabou voltando a chamar atenção após a queda registrada na segunda-feira (21/09).
Vídeo do helicóptero chama a atenção nas redes sociais
Na ocasião, o helicóptero teria apresentado dificuldades durante um deslocamento pelo município de Ibiaçá, no norte gaúcho. Imagens divulgadas nas redes sociais em 31 de março mostram a aeronave decolando de uma área rural pouco depois de ter pousado no local.
O helicóptero que caiu na Serra Catarinense e matou o cantor Rick e outras quatro pessoas já havia realizado um pouso de emergência cerca de seis meses antes da tragédia. Registros enviados ao portal LeoDias e informações publicadas por veículos da região apontam que a… pic.twitter.com/u6MdWWt6cl
— O Despertar
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(@AnnaMonteiroAn1)
Na época, a Rádio Uirapuru informou que o helicóptero teria apresentado problemas técnicos, o que teria motivado o pouso. Até o momento, porém, não há confirmação de que o episódio anterior tenha alguma relação com o acidente ocorrido em Santa Catarina.
Neymar Jr. é sócio da empresa que era dona do helicóptero
A aeronave, um Bell 430 de prefixo PP-MGR, pertence à empresa JTA Empreendimentos e Urbanismo, que tem o jogador Neymar Jr. entre seus sócios. O helicóptero era utilizado pelo cantor Rick e pelo empresário Bruno Avelar, que estavam entre os ocupantes do voo que desapareceu durante o trajeto entre Porto Belo e São Joaquim.
Enquanto as informações sobre o histórico da aeronave repercutem, as autoridades continuam investigando as circunstâncias da queda na Serra Catarinense. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) e a Polícia Civil apuram possíveis fatores técnicos, climáticos e humanos que possam ter contribuído para o acidente.




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