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Após confirmação da morte de Rick, patrimônio do sertanejo volta aos holofotes; veja detalhes
A morte do cantor Rick Sollo, aos 59 anos, foi confirmada nesta terça-feira (22), após o helicóptero em que viajava desaparecer na Serra Catarinense. Além da repercussão no meio sertanejo, o falecimento também coloca em evidência o patrimônio construído pelo artista durante mais de três décadas de carreira ao lado de Renner.
Entre os bens mais conhecidos ligados ao cantor estava uma mansão em um condomínio fechado de Itu, no interior de São Paulo. Em 2020, a propriedade foi anunciada por R$ 11,9 milhões. O imóvel tinha 1.200 metros quadrados de área construída, em um terreno de 6 mil metros quadrados, com nove suítes, cinco salas, sala de massagem, salão de beleza, adega, piscina, sauna, quadra esportiva, academia, pomar e 14 vagas de garagem.
Mansão voltou a aparecer em disputa judicial
Anos depois da negociação anunciada, a mansão voltou a ser mencionada em documentos de uma disputa judicial. Na ocasião, a propriedade foi descrita com aproximadamente 1.500 metros quadrados e recebeu uma avaliação estimada em R$ 9 milhões.
Antes de adquirir imóveis de alto valor, Rick já havia contado que o primeiro bem comprado com os ganhos obtidos na música foi uma fazenda destinada ao pai. O gesto estava relacionado às origens do cantor em Monte do Carmo, atualmente no Tocantins, e à trajetória familiar construída antes da fama.
Patrimônio total não tem valor confirmado
Apesar dos bens conhecidos, não existe um valor público confiável que permita determinar com precisão a fortuna acumulada por Rick Sollo. Entre os patrimônios documentados ao longo dos anos estão a mansão de Itu e a fazenda comprada para o pai, além de uma carreira nacional consolidada ao lado de Renner.
Com a morte do artista, a sucessão dos bens deverá seguir as regras estabelecidas pela legislação brasileira. Geralda Carvalho, esposa de Rick, e as filhas aparecem como herdeiras naturais, conforme as informações apresentadas sobre a família.