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Dívida de R$ 32,4 milhões coloca Romário na mira da Justiça e CazéTV tem prazo curto

Divida de R 324 milhoes coloca Romario na mira da

A 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, determinou o bloqueio de bens e de valores que seriam destinados a Romário por sua atuação como comentarista na CazéTV. O ex-jogador e atual parlamentar possui uma dívida de 32,4 milhões de reais, e, devido a esse processo judicial, a empresa que o contratou para trabalhar na Copa do Mundo foi intimada a apresentar à Justiça toda a documentação referente a essa contratação.

Conforme noticiado pela colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles, a determinação exige o envio de contratos, propostas comerciais, notas fiscais, recibos e qualquer outro comprovante de pagamento relacionado ao serviço prestado pelo ex-atleta.

Dívida milionária

A determinação judicial também impõe à CazéTV a obrigação de esclarecer se o contrato de Romário foi estabelecido com alguma empresa associada. O texto da decisão exige que, caso a contratação tenha ocorrido por meio de uma parceira, produtora, agência, plataforma, patrocinadora ou qualquer outra entidade integrante da cadeia econômica da cobertura da Copa de 2026, a empresa deve identificar exatamente qual pessoa jurídica realizou o vínculo e efetivou os pagamentos, fornecendo todos os dados de qualificação da contratante.

A dívida de 32,4 milhões de reais decorre de um processo movido pela empresa Koncretize Projetos e Obras Ltda. contra o ex-jogador e sua companhia, relacionado ao descumprimento de um contrato, e tramita sob sigilo judicial. Paralelamente, Romário declarou que renunciará ao seu salário de senador, que totaliza 46,4 mil reais mensais, durante o tempo em que estiver nos Estados Unidos cobrindo a Copa do Mundo.

Romário renuncia salário durante Copa

Segundo o parlamentar, conforme reportado pelo Metrópoles, ele não receberá vencimentos desde o início do torneio e qualquer valor depositado nesse intervalo será devolvido voluntariamente aos cofres públicos. Vale ressaltar que o senador esteve afastado de suas funções legislativas por cerca de 120 dias entre dezembro de 2025 e abril de 2026, tendo trabalhado apenas dois meses neste ano antes de sua viagem.

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