Famosos
Fabiana Justus volta a falar sobre leucemia e coloca o SUS diante de uma questão que ninguém esperava
Fabiana Justus voltou a chamar atenção para a luta contra a leucemia depois de transformar a própria experiência com a doença em uma forma de conscientização. Em remissão após enfrentar uma leucemia mieloide aguda diagnosticada em 2024, a empresária e influenciadora passou pelo transplante de medula óssea e continuou compartilhando publicamente diferentes etapas da recuperação. (Portal Leo Dias)
A trajetória ganhou novo significado quando Fabiana passou a participar de iniciativas voltadas à conscientização sobre o câncer. Em uma dessas ações, ela aderiu à campanha Vá de Lenço, promovida pelo Movimento Todos Juntos Contra o Câncer em parceria com a Abrale, usando sua visibilidade para incentivar o diálogo sobre prevenção, diagnóstico e tratamento.
Leucemia e os desafios do tratamento
Ao longo desse período, Fabiana também relatou aspectos pessoais do tratamento e respondeu dúvidas de pessoas que acompanham sua história. Durante a fase mais intensa da quimioterapia, ela contou que até a alimentação se tornou difícil: “A quimio que eu faço agora é de manutenção, então é muito mais leve. Mas durante as quimios pesadas, eu também não conseguia comer direito. Eu comia o que descia”.
Já durante a remissão, a empresária passou a destacar mudanças na maneira como enxerga a própria saúde. O período de internações e procedimentos fez com que atividades simples ganhassem outro significado em sua rotina. “Depois de passar longas internações no hospital, eu dou muito valor hoje para a minha saúde e a poder mexer meu corpo! Então, mesmo que eu esteja com preguiça, eu vou. Realmente virou uma chavinha em mim”, afirmou.
Fabiana Justus amplia a conscientização
A exposição da experiência de Fabiana ocorre em um contexto mais amplo de discussão sobre o atendimento a pacientes com câncer e doenças do sangue. A Abrale destaca que o transplante de medula óssea integra a rede coordenada pelo Sistema Nacional de Transplantes e é utilizado no tratamento de diferentes doenças hematológicas, incluindo leucemias. A entidade também aponta que mais de 85% dos transplantes realizados no Brasil são financiados pelo SUS.
Ao compartilhar sua trajetória, Fabiana passou a abordar não apenas a remissão, mas também os efeitos do tratamento, os desafios emocionais e a importância de falar abertamente sobre a doença. A campanha da qual participou reforçou ainda a necessidade de informação e diagnóstico precoce, enquanto sua própria história segue sendo acompanhada por pessoas que enfrentam situações semelhantes.