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Filha de Stênio Garcia revela motivo por trás de aluguel de imóvel e expõe situação familiar
Gaya Piovesan, filha de Stênio Garcia e da atriz Clarice Piovesan, comentou a disputa judicial envolvendo um apartamento no Rio de Janeiro. Segundo o processo, o ator acusa a ex-mulher e as filhas de terem alugado o imóvel, que possui usufruto vitalício em seu nome, sem autorização. Gaya explicou que a decisão foi tomada porque a mãe precisava deixar o local devido a dificuldades de mobilidade e se mudar para um apartamento com elevador. O imóvel original possui uma escada em formato caracol, o que dificultava o acesso.
De acordo com Gaya, Stênio tinha conhecimento de que o apartamento estava alugado, inclusive porque o inquilino já era conhecido do ator. A filha afirmou ainda que a família não sabia que a condição de usufruto impedia a locação e ressaltou que não houve intenção de obter lucro com o acordo. Segundo o relato, o valor recebido com o aluguel era destinado exclusivamente ao pagamento do novo imóvel para Clarice.
Filha relata afastamento do pai
Gaya também revelou que a relação com Stênio Garcia ficou cada vez mais distante e que pai e filha não conversam há três anos. Segundo o relato, as tentativas de estabelecer um diálogo sobre a situação de Clarice não tiveram resultado, enquanto os contatos passaram a ser intermediados por advogados e pela atual esposa do ator, Marilene Saad.
Sobre o conteúdo do processo, Gaya afirmou que a família passou a ser apresentada de maneira negativa e lamentou as acusações. A filha reforçou que gostaria de retomar o contato com o pai e afirmou que não guarda ressentimento, embora se entristeça com a forma como o conflito familiar vem sendo conduzido.
Entenda a disputa na Justiça
Stênio Garcia recorreu à Justiça afirmando ter sido abandonado afetiva e materialmente e estar em vulnerabilidade financeira extrema após o encerramento do contrato com a TV Globo. O processo envolve um apartamento em Ipanema doado pelo ator às filhas, com reserva de usufruto vitalício. Entre os pedidos estão indenização de R$ 200 mil, imissão na posse com possibilidade de força policial e arrombamento e pensão alimentícia de cinco salários mínimos para despesas médicas. Na esfera criminal, também foi apresentada uma notícia-crime para solicitar a saída da família do imóvel, com possibilidade de despejo coercitivo.