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Miss Brasil deixa o posto e diretor revela detalhe inesperado sobre decisão: ‘Em nenhum momento…’
A saída de Lara Marina do posto de Miss Brasil Supranational ganhou novos esclarecimentos após Juliano Crema, presidente do Concurso Nacional de Beleza (CNB), comentar os motivos que levaram à decisão da organização. Em entrevista a Monique Arruda, do portal LeoDias, o dirigente negou que a gravidez da modelo tenha motivado o afastamento.
Segundo Juliano, a decisão estaria ligada a diferentes episódios relacionados ao cumprimento das regras previstas no contrato firmado com a participante. O presidente do CNB também afirmou ter se surpreendido com declarações atribuídas a Lara, principalmente pela alegação de que a modelo desconhecia as normas que deveriam ser seguidas durante o período do reinado.
Regras previstas no contrato
Entre os pontos mencionados por Juliano está a modificação de peças que deveriam ser utilizadas pela representante brasileira. O dirigente explicou que determinados trajes fazem parte de compromissos definidos previamente pelo concurso e também estão relacionados a parcerias comerciais mantidas pela organização.
Juliano ressaltou que as vestimentas integram acordos estabelecidos pelo CNB e que o cumprimento dessas obrigações fazia parte das condições relacionadas ao título. Na avaliação apresentada pelo presidente, a questão não estaria ligada à gestação, mas a acontecimentos registrados durante a participação de Lara.
Decisão não teria relação com gravidez
Ao comentar a repercussão do caso, Juliano afirmou que a organização não atribuiu o afastamento à gravidez. “Em nenhum momento a gente falou que foi pela gravidez dela. Isso veio dela mesmo, e a gente até ficou muito surpreso, porque, no nosso ponto de vista, a gente quis preservá-la”, declarou.
O presidente do CNB voltou a afirmar que a decisão teria ocorrido diante de um conjunto de situações envolvendo a participação da modelo. “Mas por toda uma situação que foi criada por ela mesma”, explicou.