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Por onde anda Marcello Airoldi, o Gustavo de Viver a Vida? Ator segue carreira longe das novelas

Por onde anda Marcello Airoldi o Gustavo de Viver a

Marcello Airoldi ganhou projeção nacional ao interpretar Gustavo em Viver a Vida, novela exibida pela Globo entre 2009 e 2010. Aos 39 anos, quando estreou na trama de Manoel Carlos, o ator já tinha aproximadamente duas décadas de experiência nos palcos. Em entrevista à revista Trip, contou que costumava ouvir questionamentos sobre onde havia trabalhado antes de chegar à televisão. A trajetória, porém, já era marcada pelo teatro, pela dramaturgia e pela atuação na área cultural.

Apesar da visibilidade conquistada com a novela, a carreira de Marcello Airoldi continuou ligada ao teatro. Aos 56 anos, o artista segue atuando e atualmente percorre diferentes cidades brasileiras com o espetáculo A Última Sessão de Freud, no qual interpreta o escritor C.S. Lewis. A montagem tem Odilon Wagner no papel de Sigmund Freud e é dirigida por Elias Andreato, com texto do dramaturgo norte-americano Mark St. Germain.

Peça reúne personagens históricos em encontro fictício

Em setembro de 2026, A Última Sessão de Freud continua em cartaz após ultrapassar 400 apresentações e alcançar mais de 180 mil espectadores, conforme divulgações de temporadas recentes. A montagem já passou por diferentes capitais brasileiras e chegou a João Pessoa nos dias 19 e 20 de setembro, no Teatro Paulo Pontes. Antes disso, esteve em Goiânia, onde foi apresentada entre 14 e 16 de agosto.

Na história, Marcello Airoldi vive C.S. Lewis, escritor, poeta e crítico literário britânico que deixou o ateísmo e passou a defender uma fé fundamentada na razão. A trama imagina um encontro entre Lewis e Sigmund Freud, colocando os personagens em uma conversa sobre crença, ciência, existência, relações humanas e outros dilemas. A proposta reúne dois nomes históricos em um diálogo fictício.

Marcello Airoldi destaca relação com o público

Durante a temporada do espetáculo, o ator comentou a experiência proporcionada pela montagem e ressaltou a particularidade do teatro na relação com os espectadores. “Teatro nunca é feito de facilidades e não há fórmulas para o sucesso de um projeto”, afirmou Marcello Airoldi ao falar sobre o trabalho desenvolvido em A Última Sessão de Freud.

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