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Sabina se revolta com notícia que precisa dar ao vivo na Globo: ‘eu estou indignada’
Sabina Simonato não escondeu a revolta diante de notícia dada no Bom Dia São Paulo desta quinta-feira (1º). “Olha essa história: um menino de 10 anos, a mãe e a irmã dele foram atropelados”, afirmou Sabina. Ela explicou que o atropelamento foi causado por um policial que estava bêbado. “Eu estou indignada”, disparou Sabina.
Um policial civil foi preso em flagrante após atropelar pedestres no cruzamento da avenida Cruzeiro do Sul com a rua Pedro Vicente, no bairro de Santana, na zona Norte de São Paulo. O caso aconteceu na noite de 30 de setembro e envolveu uma viatura descaracterizada da Polícia Civil. Segundo a Polícia Militar, o agente apresentava sinais de embriaguez quando foi localizado pelas equipes acionadas para atender a ocorrência.
Detalhes do atropelamento
O atropelamento foi registrado às 23h44, de acordo com informações do Corpo de Bombeiros. Entre as vítimas estava um menino de 10 anos, que sofreu um trauma na cabeça e foi levado ao Hospital das Clínicas para atendimento médico. Uma segunda pessoa também precisou ser socorrida e recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Até a divulgação das informações, não havia atualização sobre o estado de saúde das duas vítimas.
Inicialmente, os policiais militares foram chamados para atender uma ocorrência de trânsito. Ao chegarem ao endereço informado, encontraram relatos de que pedestres haviam sido atingidos por um veículo que deixou o local logo depois do atropelamento. As equipes iniciaram buscas pelas proximidades para localizar o automóvel envolvido e conseguiram encontrar o veículo durante as diligências realizadas na região.
Viatura descaracterizada
O carro identificado pelos policiais era uma viatura descaracterizada pertencente à Polícia Civil e estava sendo conduzido por um agente da própria corporação. Segundo a PM, o policial apresentava sinais visíveis de embriaguez e se recusou a realizar o teste do bafômetro. Diante da situação, os agentes deram voz de prisão em flagrante e recolheram o armamento que estava com o policial.
Depois da prisão, foram realizados exames periciais para auxiliar na apuração das circunstâncias do atropelamento. O caso foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Civil, responsável por acompanhar a investigação envolvendo o agente da corporação. As circunstâncias da ocorrência, as condições em que o policial conduzia o veículo e a dinâmica do atropelamento deverão ser analisadas pelas autoridades responsáveis pelo caso.