Connect with us

Famosos

Virginia vira alvo do MP após sugerir a seguidores aposta em seleção de Vozinha na Copa do Mundo

Virginia vira alvo do MP apos sugerir a seguidores aposta

O Ministério Público do Distrito Federal protocolou uma ação civil pública nesta quarta-feira (8) visando responsabilizar a influenciadora Virginia Fonseca e a plataforma Blaze por estratégias de captação de apostadores. Segundo o órgão, a parceria entre a influenciadora e a empresa de apostas seguiu um modelo planejado durante a Copa do Mundo de 2026 para atrair usuários de forma impulsiva. A petição sustenta que o uso de linguagem emocional e a falta de transparência sobre os riscos financeiros prejudicaram diversos seguidores.

A investigação aponta que um dos casos mais críticos envolveu a divulgação de apostas na vitória de Cabo Verde sobre a Argentina. O Ministério Público detalha que a influenciadora incentivou seus seguidores a investirem na partida sem informar que se tratava de uma publicidade paga, induzindo o público ao erro. Após o resultado negativo em campo, muitos usuários que seguiram a recomendação sofreram perdas financeiras significativas, gerando inúmeras denúncias coletivas registradas pelos consumidores.

Exploração à vulnerabilidade de seguidores

A ação destaca ainda que a conduta de Virginia não foi um evento isolado, mas sim parte de um sistema estruturado para explorar a vulnerabilidade econômica dos usuários durante o torneio. O documento pede uma indenização por danos morais coletivos, fixada em um valor não inferior a 120 milhões de reais, além da remoção imediata de conteúdos publicitários que prometam lucros irreais. O objetivo da medida jurídica é proteger a coletividade de práticas consideradas abusivas no mercado de apostas esportivas.

Defesa de Virginia se manifestou

Em sua defesa, os advogados da influenciadora afirmaram que as alegações serão contestadas nos autos do processo, negando qualquer intenção de causar prejuízos aos seguidores. A nota enviada pela defesa refuta categoricamente a existência de conluio entre as partes para prejudicar terceiros. “A defesa refuta as alegações manifestadas na ação, especialmente qualquer afirmação de conluio, atuação predatória ou intenção de causar prejuízo aos consumidores”, afirmou.

A plataforma Blaze, citada na ação, declarou que ainda não foi formalmente notificada pelas autoridades competentes. A empresa reiterou que suas operações seguem as normas de transparência e diretrizes de jogo responsável, estando disposta a cooperar com a justiça brasileira assim que for chamada a se manifestar oficialmente. Enquanto isso, o processo segue sob análise judicial para avaliar as solicitações de tutela de urgência e as provas documentais apresentadas pelo Ministério Público.

Copyright © 2020 | Fofochicanco.com