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Após morte de Rick, Roberta Miranda revela medo durante voo e expõe conversa com comandante
Roberta Miranda usou as redes sociais nesta quinta-feira (24) para compartilhar a experiência de um voo de jatinho realizado após a morte do cantor Rick, da dupla com Renner. O sertanejo foi uma das cinco vítimas do acidente de helicóptero ocorrido em Santa Catarina, na segunda-feira (21). A viagem aconteceu por conta de um compromisso que a artista considerou inadiável, apesar do receio de voar.
“Respeito! Com todo respeito! Tive que vir, pois tinha um compromisso inadiável! Chorei… Quis desistir, pois todos sabem da síndrome de pânico sobre avião que tenho! Célia voltou e me abraçou. É… Amo vocês!”, escreveu Roberta na legenda da publicação feita no Instagram. O relato mostrou a apreensão enfrentada antes do embarque e o apoio recebido durante o momento.
Artista relata conversa com piloto
Nos stories, Roberta Miranda também mostrou parte da conversa que teve com o comandante antes da decolagem. A cantora contou que vinha tratando com o profissional, há alguns dias, sobre o medo de viajar de avião e relatou que estava com dores no estômago e havia dormido pouco. Segundo Roberta, a conversa com o piloto ajudou a tranquilizá-la.
O comandante, por sua vez, procurou acalmar a artista ao explicar que o voo seria realizado com segurança e que as condições meteorológicas estavam favoráveis. O piloto também informou que o trajeto teria duração estimada de uma hora e 40 minutos e afirmou que chegariam em breve ao Mato Grosso.
Roberta critica reconhecimento após morte
Mais cedo, Roberta Miranda também comentou o crescimento no número de seguidores de Rick após a notícia da morte. A sertaneja refletiu sobre a valorização de artistas pelo público e destacou que o reconhecimento muitas vezes ocorre somente após a morte. A mensagem compartilhada pela cantora apontava que Rick havia conquistado 1 milhão de novos seguidores depois de morrer e defendia que as pessoas fossem valorizadas enquanto estão vivas.
Na sequência, Roberta afirmou que teve a mesma percepção e classificou como cruel a falta de reconhecimento em vida a quem dedicou tantos anos à música.