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Sétimo filho a caminho: entenda por que Juliano Cazarré decidiu ter uma família tão grande
Juliano Cazarré completou 46 anos nesta quinta-feira (24) e revelou um presente especial para marcar a data. Em publicação no Instagram, o ator apareceu ao lado da esposa, Letícia Cazarré, e contou que o casal espera o sétimo filho, com nascimento previsto para fevereiro. “Pessoal hoje completo 46 voltas ao redor do Sol, mas o meu presente tá no forno e só chega lá pra fevereiro! A vida quer viver!!!”, escreveu.
O casal já é pai de Vicente, de 16 anos, Inácio, de 14, Gaspar, de 7, Maria Madalena, de 5, Maria Guilhermina, de 4, e Estêvão, de 2. A nova gestação aumenta a família, que Juliano já havia afirmado não ter planos de encerrar.
Juliano Cazarré fala sobre família numerosa
Em dezembro do ano passado, o ator explicou que o tamanho da família está relacionado à fé católica. Segundo Juliano, a chegada dos filhos ocorreu de forma natural e também é entendida pelo casal como um ‘chamado e uma promessa espiritual’.
“A gente não sabia que teria uma família numerosa. Isso aconteceu naturalmente, mas também de maneira muito rápida. Tivemos quatro filhos em seis anos. A gente entendeu que isso era um chamado da Igreja Católica. Foi pá-pum, né? Brincou, nasceu. Agora, com seis filhos, a coisa já está mais complexa. Neste momento, a gente quer espaçar a próxima gestação, tentando não engravidar da maneira como a Igreja Católica fala que pode. A gente vive a castidade no período fértil”, contou ao EXTRA.
Ator contou como se aproximou da religião
Na ocasião, Juliano contou que fortaleceu sua relação com a religião após enfrentar uma crise. O ator explicou que cresceu em uma família com diferentes visões religiosas: a mãe é kardecista, enquanto o pai não segue uma religião. Em 2018, retomou de forma intensa a prática católica e passou a frequentar a missa diariamente, além de rezar o terço.
Juliano também relatou que Letícia não era católica quando os dois se conheceram. Segundo o ator, a aproximação da esposa com a religião aconteceu de maneira rápida durante o período em que Maria Guilhermina permaneceu internada. Para o casal, os meses em que Letícia acompanhou a filha na UTI, distante do restante da família, contribuíram para seu crescimento espiritual.