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Mulher vai a hospital com suspeita de gases, recebe grave diagnóstico e vai parar na UTI

Ela precisou tomar morfina por causa das fortes dores

Caroline Mayorga, uma paulistana de 30 anos, viveu uma experiência alarmante que transformou uma suspeita comum de desconforto por gases em um diagnóstico grave. Sua história, ocorrida em São Paulo, destaca a importância de não subestimar sintomas aparentemente simples.

Em novembro, Caroline começou a sentir fortes dores no lado esquerdo da costela e entre o ombro e o pescoço, inicialmente atribuídas a gases.

As dores persistiram por horas, levando-a a buscar ajuda médica. Ela esperava um tratamento rápido e a liberação do hospital, mas a realidade foi bem diferente.

Após uma série de exames, incluindo tomografias do tórax e abdômen, os médicos diagnosticaram um infarto pulmonar bilateral, uma condição séria que exigiu sua internação imediata na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permaneceu por seis dias.

O infarto pulmonar, como explicado pelo pneumologista Rodolfo Behrsin, é uma consequência de uma embolia pulmonar, onde um êmbolo obstrui um vaso sanguíneo, impedindo a circulação de sangue e causando necrose na região afetada. Os sintomas incluem falta de ar, dores nas costas e estrias de sangue no escarro.

Fatores como o uso de anticoncepcionais, tabagismo, imobilização prolongada e condições específicas como trombofilias podem aumentar o risco de embolia pulmonar. Caroline, que fazia uso de anticoncepcionais, agora segue um tratamento com anticoagulantes.

Este caso vivido por Caroline serve como um lembrete crucial para a atenção aos sinais do corpo e a importância de procurar assistência médica diante de sintomas incomuns.

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